Evanescence: Ben Moody quebra o silêncio e conta sua versão sobre saída

Publicado: 11 de outubro de 2010 em Uncategorized
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O co-fundador do EVANESCENCE Ben Moody (guitarrista), no ano passado fundou uma banda com sonoridade muito parecida chamada WE ARE THE FALLEN, com outros integrantes da banda EVANESCENCE(John LeCompt na guitarra e Rocky Gray na bateria), com o vocalista do American Idol Carly Smithson e o baixista Marty O’Brien (DISTURBED, KELLY CLARKSON, STATIC-X, METHODS OF MAYHEM, TOMMY LEE). Ben postou recentemente o seguinte depoimento.

Meu nome é Ben Moody, fundador e membro original do EVANESCENCE.

Não sou alguém que participa de comunidades online, nem procuro mensagens ou resenhas sobre meu trabalho e quase nunca leio comentários postados nos vídeos do YouTube. No entanto, estava mostrando um vídeo a um amigo para o single de introdução do WE ARE THE FALLEN, chamado ‘Bury Me Alive’, no YouTube. Não pude deixar de notar que haviam mais de 4000 comentários postados. A curiosidade me atacou e não pude me conter em descobrir o porquê de um vídeo de uma música poder dar gerar durante meses milhares de comentários de pessoas de todo o mundo.

Nunca fui um dos que davam crédito às freqüentes e excedentes críticas e opiniões maliciosas e desnecessárias de massas de anônimos online. Nem tinha sido afetado emocionalmente por nenhuma das incontáveis vezes que a crítica e a malícia tinham sido direcionadas a mim. Não sou obcecado pelo que pessoas que nunca tenha conhecido têm para falar sobre mim. E NUNCA me ocorreu de responder, defender, ou até tomar conhecimento da falta de percepção e imprecisão sobre minha vida. Mas, por alguma razão, fui compelido a quebrar meu silêncio.

Não tenho dúvidas que muitos de vocês irão interpretar mal isto, como uma orgulhosa tentativa de defesa. Mas a verdade é que o meu único desejo aqui é talvez, possivelmente restituir alguma graça e paz para uma coisa que significa mais para mim do que qualquer um possa imaginar.

Fui literalmente oprimido não só pela impressão da minha nova banda WE ARE THE FALLEN entre os fãs do EVANESCENCE no mundo e as suposições de nossa intenção, mas pela perseverança do desentendimento implacável que cresceu em algo tão divisor e malicioso que eu simplesmente não posso mais me calar.

Entre os mais de 4100 comentários, 4000 deles eram nada mais do que os mesmos comentários regurgitados repetidas vezes em um ridículo engajamento no debate WE ARE THE FALLEN versusEVANESCENCE / Ben versus Amy.

A única motivação que tenho para esclarecer o ocorrido depois destes anos de silêncio é a recusa de um número imenso de fãs do EVANESCENCE a mudar e focar no que realmente é importante… mesmo que as únicas duas pessoas envolvidas na quebra do EVANESCENCE já o tenham feito anos atrás.

A apresentação do WE ARE THE FALLEN e o ressurgimento de tão intenso sentimento me fez sentir como se precisasse esclarecer o ocorrido antes de que este drama infundado saia do controle. Ironicamente, é a mesma paixão que direciona alguns de vocês a sentir tanto que ratifica em mim que vale a pena dizer alguma coisa ao menos.

Então, vamos lá…

Definitivamente, não vou pintar uma versão cor-de-rosa do ocorrido. Vou contar exatamente o que ocorreu em Outubro de 2003.

Não há dúvidas que muitos de vocês serão fiéis às suas opiniões e considerações indiferente do que tenho a dizer. É direito de vocês… entretanto é muita tolice assumir que sua versão do ocorrido é correta mesmo que o os envolvidos digam o contrário.

Amy Lee e eu começamos nossa amizade e relação criativa no começo da juventude. Nosso encontro foi um fator único e determinante que marcou nossas vidas e que acreditamos que fossem nossos destinos em curso. Era excitante, compensador, e mais motivante que qualquer outro relacionamento na vida.

Quando fizemos nossa primeira gravação juntos, eu sabia que tinha sentido em minha vida. E que nunca olharia para trás. Pouco tempo depois, descobrimos nossa peça faltante e minha alma musical vitalícia, David Hodges. Foram anos girando em torno de nosso mundo, nós três e nossa banda, que deu vida ao EVANESCENCE.

Em nosso quinto ano, começamos finalmente a conseguir a música que há muito fazíamos em nossas cabeças passar para a fita. E entretanto todos que conhecíamos não entendiam nosso ímpeto inflexível para fazer disso nossas vidas. Nós três nunca hesitamos em nossa determinação em trazer algo para este mundo que acreditávamos ser maior do que todos nós. Cheguei no limite dos cartões de créditos para comprar o suficiente para fazermos nosso primeiro CD, que nos conduziria a assinarmos com a Wind Up. Quando não podíamos mais pagar as contas, David e eu perdemos nosso apartamento. Dormíamos onde podíamos, incluindo muitas noites que dormi numa cama de uma pick-up, até que Amy se formasse e poderíamos todos mudar e seguir nossos sonhos. Nada disso importava mais para mim. Tinha desistido de tudo. Finalmente encontrávamo-nos contratados, morando em L.A., escrevendo “Fallen”.

Nós três morando juntos e fazendo tudo juntos. Éramos tudo o que tínhamos. Mas um fato cruel da vida é que aquela pessoa que você é aos 15 não se assemelha à pessoa que você é aos 18, e aos 21… e hoje não me pareço de forma alguma com a pessoa que eu era no EVANESCENCE. Fiz tudo que estava ao meu alcance para colocar de volta aquela pessoa no chão. Algumas vezes você cresce junto, e algumas vezes cresce separado. Éramos muito jovens numa situação muito estressante… e nós nos tornamos pessoas muito diferentes. Acredito que ambos colaboramos para a deterioração de nossa amizade que rapidamente se transformou em uma espiral declinante de animosidade, opiniões conflitantes, e num ambiente muito volátil. Durante a época que estávamos em turnê para representar “Fallen”, estava lamentavelmente acabado. Rompemos com David, rompi um relacionamento com alguém que era um irmão para mim. Naquele tempo, sendo tão novo e nesta surpreendente caminhada, me tornei alguém que não gostei. E não tinha forças para mudar. Gostaria de acreditar que olhando para trás, Amy poderia ter tomado outra atitude hoje também.

Ironicamente, foi a devoção absoluta minha e de Amy ao EVANESCENCE que nos conduziu à extrema oposição. Tínhamos desejos e personalidades tão opostos que misturando-se com o orgulho da juventude e a inexperiência (uma extrema insegurança e perda de direção de minha parte) que resultou numa guerra completa. Estávamos completamente cegos para o fato de que estávamos envenenando o que nos era mais precioso. Eu era uma pessoa horrível, e a Amy reagiu da mesma forma.

Na noite de 22 de Outubro de 2003 tudo estourou. E no meu ataque de raiva e desespero eu preguei o prego no caixão do EVANESCENCE. Naquela hora, não tinha jeito nem de completar outra gravação juntos. Era altamente provável que não duraríamos o restante da turnê. Nenhum de nós quis voltar atrás. Toda a emoção que sentia manifestava-se como raiva. Estava devastado pelo que tínhamos nos tornado. Tudo em que baseei minha existência, um sonho impossível se tornou realidade… foi um pesadelo. E eu estava sem forças para parar isto. Éramos tão apaixonados pelo EVANESCENCE e tão determinados em nossos desejos opostos para o futuro que minha melhor amiga de outrora e eu nos tornamos inimigos.

No fim daquela noite, vi pela primeira vez não só o que estávamos fazendo conosco, mas também o que nossa guerra estava fazendo com todos ao nosso redor. Nós brigamos feio, e o EVANESCENCE pagou o preço. Não podia dormir. Se um de nós não saísse, minha única chance de deixar algo para este mundo maior que eu mesmo estaria perdida. Tentei antes, cheio de ignorância, orgulho, e ressentimento convencer Amy que ela deveria sair. Que poderíamos ficar melhor sem ela e que o EVANESCENCE não precisava dela. Eu estava ferido e a queria machucada como eu.

Amy, se por alguma razão acontecer de você ver isto.. Espero que saiba que nunca acreditei nisto de verdade. Não teria jeito de eu deixar alguém entrar no palco e cantar suas músicas. Eu me tornei uma casca de mim mesmo. Mesmo se fosse idiota o suficiente para fazer isto, não poderia nunca desejar isto para o EVANESCENCE continuar. Teria se tornado uma piada.

Quando sentei no ônibus aquela noite em absoluta vergonha e derrota, não havia nenhuma forma de escapar da verdade. Ou eu saía ou o EVANESCENCE morreria. Me quebrou de um jeito que não posso de fato descrever. Toda a minha existência, meus valores, minha identidade era esta música, esta banda. Se minha vida é para significar algo, o EVANESCENCE precisa significar algo.

Por alguma razão houve uma opinião muito difundida de que minha partida foi “traição” ou “abandono” e contra os desejos da banda. Não tenho idéia de onde isto veio, pois na noite de 22, Amy tinha colocado seu desejo claro, mandando-me, uma mensagem dizendo, e eu cito “Entre no avião, e não volte mais.” Ouvindo estas palavras, eu caí na real, que eu permiti me tornar alguém sobre quem a minha ex-melhor amiga pudesse se sentir daquele jeito.

É profundamente triste que uma parte imensa de vocês viu minha partida com tanta animosidade.

Aqui algumas verdades que não foram percebidas por quase todos vocês….

Saí para que o EVANESCENCE pudesse continuar.

O que deixei? O que estava em jogo?

Tudo em que me baseei na vida. Meus sonhos. Meu futuro. A música que eu amava mais no mundo. É como se ninguém considerasse o fato de que eu não tinha mais nem planos ou propósitos. Partir significa perder um bilhete de loteria premiado. Um sonho tão grande e inimaginável que pudesse acontecer alguma vez na vida. Milhões de dolares. Anos de segurança. E a única chance de receber realmente a recompensa de todo o meu trabalho, fé e dedicação. Minha maldita identidade.

Menos de um por cento de poucos na história que alcançaram tal sonho poderiam pensar num sacrifício como este. Subir naquele avião significou que quando aterrissasse, tudo o que construí na vida teria ido. E não havia nenhuma ilusão ou esperança de que eu poderia alcançar aquele auge novamente.

Tente se imaginar nesta posição por um momento. É extraordinariamente raro que uma pessoa se defronte com uma situação como esta na vida. E no final tudo acabado, eu era uma maldita criança.

Não só dei a Amy exatamente o que ela queria, e ao EVANESCENCE exatamente o que precisava, mas fiz tudo ao meu alcance para garantir que não causasse um único pequeno impacto na corrida sólida para o sucesso mundial. Eu fui silenciosamente e em paz.

O EVANESCENCE não perdeu um único show. Não houve absolutamente nenhuma discussão sobre direitos ou propriedade. Eu tinha 50% da marca registrada e valores em propriedade do que agora é uma marca muito valiosa, o EVANESCENCE. Dei a Amy de graça e de forma limpa. Não pedi pagamento da minha parte, nenhuma negociação. Apenas um rompimento limpo.

Quando o ressentimento levou a difamação e algumas vezes declarações completamente falsas sobre mim na imprensa… Eu não disse nada. Quando muitos fãs que tinham uma profunda conexão com a música que eu ajudei a criar decidiram que era obrigatório escolher um lado, foi uma reação esmagadora de desprazer para mim… Não disse nada. Por sete anos eu fiz um esforço para não trazer nenhum drama ao EVANESCENCE. Ninguém… Ninguém poderia ter feito uma dissolução mais suave, graciosa ou generosa.

Depois de reconstruir minha vida e carreira, entre anos de trabalho, expandindo meus horizontes musicais e muito, muito tempo sombrio de confusão e depressão… Eu tinha minha vida em um novo rumo. Estou muito contente com minha carreira e relacionamento pessoal. A única coisa que ficou faltando na minha vida foi a satisfação de tocar a música que eu mais amo na vida… com pessoas que gosto e que gostam de mim. A esta hora o EVANESCENCE progrediu a uma distância grande do som original… e deixaram claro que pretendem expandir muito mais.

Amy é muito artística e nunca teve problemas em pensar longe ou quebrar expectativas. Então chamei o pessoal. Dane-se. Por que negar-nos a experiência de fazer o que fazemos de melhor?

Depois de uma extensiva procura nós fomos muito felizes em encontrar o que estávamos procurando. Contrariamente a muitas opiniões dos fãs do EVANESCENCE… o que estávamos procurando não era uma sósia da Amy Lee. Nem alguém que pudesse usar as roupas da Amy Lee, ou tentar cantar como a Amy Lee.

Eu detesto divulgar isto a você, mas trata-se de cinco pessoas que amam fazer música juntas.

“Tear The World Down” [primeiro álbum do WE ARE THE FALLEN] tem muita similaridade no estilo com “Fallen”? Claro.

Você quer ouvir eu fazendo alguma coisa diferente? Que tal as músicas que escrevi nas duas gravações de DAUGHTRY. Ou KELLY CLARKSON. Ou AVRIL LAVIGNE. CELINE DION. HALESTORM. HANA PESTLE… Caramba… Tenho até lançamentos COUNTRY. Minha gravação solo está longe do estilo do EVANESCENCE.

Eu fiz a música do EVANESCENCE deixar uma marca no mundo. Tudo que faço agora, é para mim.

Eu amo tocar para o WE ARE THE FALLEN.

Em alguns milhares de comentários que li ontem a música do dia me pareceu ser “copiando Amy Lee. Tentando ser EVANESCENCE. Somente uma cópia total do EVANESCENCE. Tente ter seu próprio som. Ela está tentando soar como a Amy. Desejava que ele estivesse no EVANESCENCE”

Bem…. Não quero ser um guitarrista do EVANESCENCE… Eu era o guitarrista do EVANESCENCE. Se demos a impressão de ser remanescentes em estilo, é porque é escrito e executado pelas mesmas pessoas.

Não é difícil de entender… é óbvio e simples. Rocky, John e eu tocando juntos não tem como ser de outro jeito. Acusar-me de roubar a mim mesmo é estupidez. Se levar realmente em consideração os fatos por meio segundo… se eu quisesse competir com o EVANESCENCE eu teria feito isto há sete anos atrás. E a suposição de que eu de alguma forma estou tentando iniciar uma guerra com oEVANESCENCE, demandaria uma réplica.

Se realmente você acredita que mesmo depois dos sacrifícios de abnegação nunca fiz uma tentativa de suavizar a pessoa que me tornei, ANOS me expondo e levando surras verbais sem fim que eu ainda recebo e de que ATÉ HOJE nunca me defendi; se você acredita que eu poderia dispensar outro ano e meio e um grande investimento financeiro para lançar esta banda apenas para reinar um feudo fictício entre eu e a Amy Lee depois de TUDO QUE FIZ PARA FICAR EM PAZ… Se você de fato acreditar que é plausível; então você está perdido. E você está errado.

Qualquer sucesso que o EVANESCENCE alcançar é um sucesso para mim. Todo CD que eles vendam (com ou sem minha contribuição), todo local em que os ingressos se esgotarem, reforça a única grande coisa que fiz na vida. Garantindo que meu sacrifício não foi em vão.

Não quero nada mais neste mundo além de que o EVANESCENCE tenha décadas de sucesso e contato com milhares de pessoas que são relacionadas a nossa música. É absoluto absurdo que alguém possa pensar diferente.

Tem sido a maior frustração e dor da minha vida que as próprias pessoas que tão apaixonadamente apoiaram minha vida de trabalho, que me deram força para partir, me fizeram tão rapidamente o vilão. E mesmo assim Amy Lee, a única que vocês ouviram tão afetuosamente, DISSE A VOCÊS DIVERSAS VEZES que nunca esteve tão feliz com a banda quanto após a minha partida… vocês a fazem de vítima. Ela tem absoluto controle da direção criativa do EVANESCENCE pelo resto da vida. Eu literalmente cedi tudo sem brigar por nada. Ainda o que ouço durante sete anos é “Ben Moody é um idiota por ter saído. Ben Moody é um covarde. Ben colocou a Amy num inferno e a traiu.” Honestamente pensei que eventualmente vocês poderiam mudar, mas WE ARE THE FALLEN aparentemente gerou raiva.

Então muitos de vocês continuarão a discordar, e contradizer isto … verdade 100% absoluta é que vocês têm o EVANESCENCE exclusivamente porque eu estava disposto a partir. E eu me nego a ficar sentado olhando muitos de vocês transformarem algo que deveria ser maravilhoso e positivo nesta porcaria. O EVANESCENCE é maior que isto. É maior que Amy Lee. É maior que Ben Moody. Pode ainda ser algo especial.

Então muitos de vocês parecem estar lutando em uma guerra que não existe. Amy está feliz! Eu estou feliz! Por que então vocês se recusam a tomar conhecimento disto?

Espero gratidão pelo que fiz, ou uma justificativa pelo ressentimento injusto que tenho sofrido?

Não.

Mereço isto?

De forma alguma.

Então vou pular um degrau…

Recebam bem o fato de que cedi tudo, e esta ligação que tenho com vocês todos através da música não deve morrer.

Estar naquele palco toda noite tocando estas músicas e vendo tantas pessoas e vendo tantas pessoas compartilhando a mesma experiência foi o maior prazer que já conheci. Quando saí, a maior parte de mim morreu. Quando aquelas mesmas pessoas que não podiam assistir aquilo abandonaram-me da noite para o dia, foi a maior dor no coração que tive que suportar. Não tenho como reparar o que foi feito. Está feito.

O EVANESCENCE não está de modo algum ameaçado ou preocupado com o WE ARE THE FALLEN, e o WE ARE THE FALLEN não está ameaçando de modo algum. Ter uma banda quase uma década depois que eu possa fazer a música que amo em minúscula escala em comparação ao EVANESCENCE apenas para ser feliz… é muito pouco para pedir.

Alguns de vocês realmente acham que estou tentando abafar o estrondo do EVANESCENCE ou derrotar a Amy Lee em alguma competição? É estupidez até em pensar que isto é possível. Não gostam disto? Tudo bem. Você acha que ouvir o WE ARE THE FALLEN ou gostar do WE ARE THE FALLEN ou simplesmente deixar acontecer é de alguma forma trair sua lealdade ao EVANESCENCE? Esta é sua opinião e você tem todo o direito. Mas nem o WE ARE THE FALLEN ou o EVANESCENCE concordam com você. Esta necessidade de escolher um lado é apenas real em sua cabeça.

Só quero tocar. É assim que a música que faço soa. E pela primeira vez em muito tempo, estou feliz. Eu apenas desejo que vocês poupem a vocês mesmos tanta perda de tempo e energia negativa. Não nos importamos. E usem toda esta energia e paixão em algo positivo. Eu amo o EVANESCENCE. Se tivesse algum jeito no universo de voltar e fazer as coisas de forma diferente eu pagaria qualquer preço. Mas tenho certeza que tomei a decisão mais correta para todos. Vocês não tem que concordar comigo ou acreditar em mim, mas creio que ao menos alguns de vocês levarão em consideração a sugestão da Amy e minha … e simplesmente partirão para outra.

Eu desejo a Amy Lee e ao EVANESCENCE uma vida de sucesso e alegria.

E ei… se você decidir que está disposto e é capaz de superar esta competição imaginária entre nós dois… Quem sabe? Você poderia ser capaz de gostar de ambos. Eu certamente gosto.

Fonte: Whiplash

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Comentários
  1. eliel disse:

    mais do increvel ,é implesmente ivejavel imaginar q um ser humano é capaz de tao sincera paixao por algo tao grandioso q deixou para traz , pra q outras pessoas pudessem viver e desfrutar dos seus proprios sonhos . nao existem pessoas assim ,existem sonhos assim!!!

  2. Alice Drummond disse:

    Antes de conhecer realmente a tal causa da saída do Ben, referente ao Evanescence, eu agi como milhares de pessoas, agi de forma completamente errada, tentando julgar o We Are The Fallen. Mas hoje vejo o meu erro, e não tenho vergonha de admiti-lo, pois sou humana, como todos, cometemos erros e não há nada de apavorante nisto. E hoje como sei do tal fato ocorrido, como sei do amor do Ben pelo Evanescence, como tanto pelo We Are The Fallen, eu o continuo a admirá-lo pela sua humildade, e pela sua garra de não desistir apesar dos obstáculos. Pois Ben continuou, continua, e desejo que continue correndo atrás do seu sonho, que é tocar, que é a música. Eu particularmente amo Evanescence, amo a Amy Lee, tenho completa admiração pela banda, e por ela, mas estou conhecendo We Are The Fallen, e não vejo problema algum de amar as duas bandas, de amar o trabalho em que está sendo feito, de que já foi feito, enfim independente da saída dos integrantes, eu continuo a admirar a banda, e todos deixaram a sua marca um dia, não será esquecido. E relembrando o que o Ben relatou, os integrantes do We Are The Fallen são os ex-membros do Evanescence, todos com uma mesma essência, não há o porque do We Are The Fallen estar copiando o Evanescence, pois é são os mesmos que um dia fizeram parte da história do Evanescence. Enfim, continuo amando a Amy Lee, continuo amando o Evanescence, e não vejo o porque não conhecer e admirar o trabalho do We Are The Fallen. Muitos que irão ler, ou que estão lendo irão me criticar de acordo com esta decisão que tomei, com tal comentário, mas eu sei que o caminho que estou tomando é o caminho certo, do amor pela música. Espero que todos vocês que pensaram de forma errada, espero que vejam o caminho da paz, que assim como eu possam ter o entendimento de que a música é muito mais do que isto, que é para ser apreciada da forma correta.
    Creio que era isto, desejo a todos o entendimento, e felicidade, e que assim como o Ben e como a Amy não desistam dos seus sonhos, apesar dos obstáculos, pois a recompensa um dia virá. >.<

  3. Jhonny disse:

    Eu tenho a convicção que a banda perdeu um pouco de estilo e essência apos a saída do Ben a maioria das composições eram dele,ele além de ser um ótimo guitarrista é também compositor e o evanescence mudou, na minha opinião radicalmente para um estilo que não combina com a Amy muito menos com a banda,podemos observar isso comparando o lançamento atual e o Fallen que,foi o melhor album da banda me desculpe se os fãs acham ao contrario a Amy canta muito é ótima pianista gosto dela sou fã dela e da banda,mais infelizmente o evanescence não e mais o mesmo sem o ben mais fazer o que o tempo não volta tenho saudade da formação original do estilo antigo a qual me fez se apaixonar pelo evanescence, que pena que o tempo não volta se voltasse seria ótimo. Mais como já dizia Cazuza “O tempo não para”.

  4. Diego Bruno disse:

    tirei muitas duvidas… e no final ele só queria o bem para o Evanescence!

  5. Daniel de Azevedo Rocha disse:

    Nossa,automaticamente eu me lembrei de 10 anos atrás eu via a Amy Lee nas capas das revistas da Joven Pan e todo o impacto do Evanescence causar pelo rádio,mal sabia que que a banda que eu acabara de conhecer e que considerava a coqueluche do momento,já estava para se romper.
    Que pena,mas harmonia,afinidade e comunhão são vitais para o sucesso e o sustento de um grupo musical,não desconfiava que as coisas estavam tão ruins.
    Seja como for,quanta saudade,tempo bom que não volta mais!.

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